Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017
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Corrida dos Triunfadores da Arena D"Évora

28 de Setembro de 2008 - 00:00h Crónica por: - Fonte: - Visto: 920
Corrida dos Triunfadores da Arena D Desfrutava-se de um ambiente bastante taurino naquela noite de Setembro. A cobertura da praça que se abriu para arejar os quase três quartos de casa desenhava o prenúncio de um bom espectáculo. Eis então que se ouviu o sinal que pela ordem de Agostinho Borges mandava iniciar a corrida dos triunfadores da temporada neste tauródromo.

Foi Luís Rouxinol quem abriu as hostilidades, recebendo um adversário que se revelou com pouco ânimo forçando o cavaleiro a explorar as suas intenções. Na cravagem o cavaleiro esteve regular embora a lide não se tenha impressionado muito as bancadas. No seu segundo adversário, que já se prontificou para a sua função mostrando-se interessado e colaborador, permitindo ao cavaleiro desenhar sortes mais acertadas, a colocação de ferros mais próxima.

Vítor Ribeiro recebeu muito bem seu primeiro adversário, que foi o toiro de melhor nota nessa noite. Foi uma lide bastante agradável, com ferros em sortes frontais e ao estribo, rematados com bonitos momentos de brega. O seu segundo da noite, não tão bem interpretado, permitiu uma lide também muito recheada de emoção. Nota positiva para os dois últimos ferros desta lide.

Tiago Carreiras, pareceu entrar com o pé esquerdo em praça, com duas lides que não fizeram jus ás expectativas. No seu primeiro, os dois primeiros compridos foram colocados em reuniões com o quarteiro um pouco aberto, nos curtos também se notaram algumas dificuldades. No segundo toiro, que quase não colaborou, o cavaleiro teve grandes dificuldades, tendo intervir a sua quadrilha para preparar o toiro para as sortes. Nesta segunda lide o cavaleiro recusou dar a volta à arena.

Os Forcados amadores de Évora, tiveram as duas faces da moeda, em que fizeram as primeiras quatro pegas da noite com bastante acerto, concretizadas por José Pereira, Nuno Lobo, Francisco Garcia e Bernardo Patinhas, no quinto toiro António Alfacinha foi dobrado por Ricardo Casas Novas que só de cernelha conseguiu pegar o toiro. A última pega só foi concretizada à terceira tentativa por António Moura Dias.
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