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11 de agosto de 1974 - 11 de agosto de 2016

Recordando o Maestro José Falcão, que faleceu há 42 anos
11 de Agosto de 2016 - 18:46h Notícia por: - Fonte: Taurodromo.com - Visto: 556
11 de agosto de 1974 - 11 de agosto de 2016

José Falcão nasceu em Povos, Vila Franca de Xira, no dia 31 de Agosto de 1942, e desde cedo mostrou vontade de ser toureiro.

 

Fez a sua apresentação na Praça de Toiros do Montijo a 20 de Maio de 1962, diante de novilhos da Casa Agrícola Rio Frio.


Debutou com picadores na Praça de Mérida a 15 de Maio de 1967, anunciando-se com os Novilheiros Gabriel de la Casa e Juan Carlos Beca Belmonte, na lide de novilhos da ganadaria de José Escobar.


Em 1968 José Falcão realizou a sua apresentação em na Monumental Praça de Toiros de "Las Ventas", onde saiu por uma vez  em ombros, e nesse mesmo ano tira a alternativa de matador de toiros, acontecimento que tem lugar no dia 23 de Junho em Badajoz, José Falcão teve como padrinho Paco Camino e como testemunha o também malogrado matador de toiros Francisco Rivera "Paquirri", lidaram-se toiros da ganadaria portuguesa de Alberto Cunhal Patricio.

 

José Falcão confirmou a alternativa na Monumental Praça de Toiros de "Las Ventas" em Madrid a 27 de Julho de 1969, tendo como padrinho Vicente Puzón e Aurélio Garcia como testemunha, lidando-se toiros com ferro e divisa da gamadaria portuguesa de Murteira Grave.

 

Confirmou pela segunda vez a alternativa igualmente na Monumental Praça de Toiros de "Insurgientes" na cidade do México a 13 de Dezembro de 1970, tendo como padrinho Joaquín Bernadó e testemunha Antonio Lomelín na lide de toiros de Zacatepec.


José Falcão foi um toureiro poderoso e honrado, com capacidade nos três tercios.

 

Morreu a tourear vítima de uma trágica colhida sofrida na Monumental Praça de Toiros "La Merced" de Barcelona no dia 11 de Agosto de 1974, após ser colhido pelo toiro "Cuchareto", com o peso de 506 quilos e com o ferro e divisa da Ganadaria "Hoyo de la Gitana", o qual lhe infligiu uma fatal cornada na veia femoral, colocando assim termo a uma carreira séria que vinha em crescendo dia após dia.

 

José Falcão tinha 32 anos, contava  com muitos amigos, era casado com uma catalã e deixou uma filha, tanto mãe como filha nunca deixaram de visitar Vila Franca e os pais de José Falcão.

 

 

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