Segunda-feira, 24 de Abril de 2017
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Tomem!..

A violência de facto tem aumentado incomensuravelmente neste saturado globo terreste e, esta infeliz realidade, não aceita leis, regras, nem sequer bom senso...
13 de Fevereiro de 2014 - 21:30h Pensamento por: - Fonte: Taurodromo.com - Visto: 1464
Tomem!..

A violência de facto tem aumentado incomensuravelmente neste saturado globo terreste e, esta infeliz realidade, não aceita leis, regras, nem sequer bom senso… e a malta dos touros terá alguma coisa a ver com isso?.. Caras de m…..?!

Não há quem ponha mão nisto aliás, esta aporia tem-se manifestado na ordem do tempo como ato contraditório e de recorrente fruição no propósito do nada, ou menos que nada! Por contrário, tem é constituído, aos olhos do mundo, subversivos, indecifráveis e inextricáveis propósitos de dúbia circunspeção e tudo isto, inexplicavelmente, com a anuência dos grandes guarda-costas sociais, os que se alegam como Messias da humanidade e mentores da “Organização das Nações Unidas”, na qual somos um dos 192 participantes.

Porém, sendo nós portugueses, minguados em relação à grandeza geográfica, mas dignos, orgulhosos e com Eles no sítio, estando de costas para a civilização considerada e virados de frente ao poderoso “Tio San” – embora lá longe - e assim, presta esta resposta pelo orgulho dos argumentos apresentados, incluídos os ditos-cujos.

Pois então, a fazer inveja à imponente estátua da liberdade, respondemos com outra ainda mais majestática – a qual terá sido encomendada recentemente: um “Zé Povinho” manifestando a considerável e expressiva sinalética popular e bem reveladora da capacidade pacóvia o que, demonstra a altivez do honroso povo Lusitano: Tomem!..

A ONU, apareceu-se agora a dar ares dominantes e de arrogante desrespeito em vez de se fixar em toda a sua identidade, dar força à real existência e desmontar a complexa, inefável e incongruente máscara que tem mostrado ao mundo!

Nunca se esqueçam que quando vocês nasceram nós já cá estávamos há uns bons, labutados, heroicos e históricos séculos – já pegávamos touros, quando vós, nem das vossas vacas sabem tratar! Vejam só o comportamento cioso delas quando de volta e meia aparecem nas festas de San Fermin, em Pamplona!

Veja-se bem a sumptuosidade da nossa apaixonada festa… toda a trampa se intromete com a sua opípara realidade; vêm eles com retóricas bem vulgares, onde prevalecem desvios percetíveis e ilógicas combinações reveladoras de coisa amorfa mas, de conceitos, de racionalidade e de argumentos fundamentais? Nada, nadinha mesmo, zero! De facto aparecem com empolados discursos e inscientes em qualidade opiniática bem reveladora do minguado estado do espírito que os carateriza!.. Será que aprenderam isso a matar e sacrificar índios?

Falam em violência: dizem coisas e fazem coisas conforme calha porém, isto não será somente derivado pela natural hipocrisia, sentidos múltiplos em vista de ínfimos pareceres e mais é, pela abstrusão que os confina, o que prova a total incapacidade de nunca terem conseguido livrarem-se dos antolhos!.. Pobres coitadinhos.

O “Comité dos Direitos das Crianças”, que lhes é afeto, incomensuravelmente, aconselha Portugal a criar legislação que restrinja a participação de infantis seres ao acesso a espetáculos tauromáquicos a menos de 6 anos e até, a frequentar escolas de ensino da prática de toureio a idades abaixo de 12 anos. O referido Comité ainda exorta o Estado português a empreender medidas de sensibilização e consciencialização sobre a suposta violência física às crianças! É preciso terem uma grande lata!.. Raios os partisse!

Agora pergunto eu: - os ingénuos deles podem-se matar nas escolas e, os nossos não poderão acompanhar a natural razão de existência, como é o caso da história, tradição, cultura enfim, as raízes da própria Nação?! As crianças originárias dos países com raízes tauromáquicas, de um modo geral, têm-se revelado mais violentas que as demais? Não seria melhor se fossem lavar os traseiros com borato de soda?

Então, aqueles mostrengos – se me permitem o generoso trato – veem as crianças a morrer à fome em metade da terra, a combater com pesadas metralhadoras na outra metade, a serem violadas um pouco por todo o planeta, exploradas em trabalho infantil aqui, ali e acolá e, têm o descaramento, pouca vergonha e fanfarronice de nos virem com esta conversa?! Que nos valha a nossa senhora dos pés chatos!

Em Portugal, Espanha, Sul de França e no México, Equador e Venezuela há espectáculos taurinos com tradicional afeição, supremacia nacional e histórica, quererá então isto dizer que as crianças naturais destes referidos países são culturalmente menos inteligentes que as americanas?! Quererão aqueles estapafúrdios provarem-nos que a criançada indiana por deixarem as vacas ao Deus dará, estão melhores preparados psiquicamente que os infantes portugueses… ou espanhóis… ou, franceses com vínculos tauromáquicos?!

No nosso deslumbrante retângulo extraordinariamente plantado há beira Atlântica,

a festa brava tem de facto mais carisma ao Sul, contrariamente, ao Norte que sempre se compreendeu como algo menos entusiástica e isso, a admitir a vossa lenta compreensão, pretende provar que as primeiras interagiram sempre na sociedade com qualidade inferior às segundas?! C’um caraças… vocês são mesmo uns estafermos!

 

(Esta prosa foi escrita em recíproco entendimento com o novo A.O.)

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