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Bala mata "El Algabeño", toreiro sevilhano.

Recordando o toureiro "sevillano" José García Carranza
28 de Novembro de 2011 - 10:56h Pedaços de história por: - Fonte: - Visto: 989
Bala mata

Em Espanha, decorria o mais sangrento conflito civil de existe memória.

José Calvo Sotelo, grande jurista, reformador do estado e parlamentar, foi morto por anarquistas de esquerda, abandonando estes o seu cadáver no cemitério de “La Almudena” em Madrid, dando assim inicio aos tumultos e ao levantamento militar que levariam ao início do conflito civil e á queda da “La Republica” chefiada por Manuel Azaña.

Os generais Cabanellas e Queipo de Llano, mantiveram as regiões das Baleares, Canárias assim como o protectorado “Marroquín”, Sevilha e Zaragoça, inssurectas contra a “La República” fazendo com que Espanha e o povo espanhol fosse dividido entre as duas facções, “Nacionalistas” e “Républicanas”.

Grandes batalhas tiveram lugar em toda a Espanha entre estas duas facções e, na fronteira entre Córdoba e Jaén, no meio dos “olivares jiennenses”, Pepe “El Algabeño” foi morto por uma bala no dia 30 de Dezembro de 1936.

José Garcia Carranza “El Algabeño”, nasceu em “La Algaba” província Andaluzia no dia 26 de Fevereiro de 1902, tornando-se toureiro contra a vontade da sua família.

Debutou como novilheiro em 31 de Agosto de 1922 com reses de “Villamarta”, tendo tirado a alternativa em 29 de Junho de 1923 em Valência sendo seu padrinho Rafael “El Gallo”, tendo toureado mais de cinquenta corridas nesse mesmo ano.

Sofreu uma grave colhida em Bayona no dia 8 de Setembro de 1929, não voltando mais a usar o “traje de luces” , tendo-se retirado das arenas no dia 18 de Julho de 1936.

Foi condecorado a título póstumo com a medalha do mérito militar

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