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25 Anos de Alternativa de Rui Salvador

A "XI Grande Corrida TVI" realiza-se quinta-feira, dia 9 de Julho, no Campo peueno e nela o cavaleiro Rui Salvador será homenageado pelas "Bodas de Prata da sua alternativa...
07 de Julho de 2009 - 07:57h Notícia por: - Fonte: Campo Pequeno - Gabinete de Relações Públicas - Visto: 1319
25 Anos de Alternativa de Rui Salvador A "XI Grande Corrida TVI" realiza-se quinta-feira, dia 9 de Julho, no Campo peueno e nela o cavaleiro Rui Salvador será homenageado pelas "Bodas de Prata da sua alternativa.

Atingir um quarto de século de actividade ininterrupta como cavaleiro de alternativa, é um facto só por si de assinalar, mas assume maior relevo por se tratar de 25 temporadas como primeira figura.

Rui Salvador começou muito jovem, com apenas 11 anos, no já longínquo ano de 1976, na Barquinha. Estreou-se no Campo Pequeno no Carnaval de 1977, ano que fica também marcado pela sua estreia internacional, como cavaleiro amador, na cidade francesa de Nîmes, a 3 de Setembro, saldando-se essa actuação por uma triunfal saída em ombros.

Culminando uma triunfal carreira como amador, surgiu a 19 de Abril de 1981, em Tomar, a prova para cavaleiro praticante e três anos depois (9 de Agosto de 1984) abre-se o cenário do Campo Pequeno para a cerimónia de alternativa, enquadrada por duas figuras de época: José Mestre Batista (Padrinho) e João Moura (Testemunha). Completaram o cartel os forcados amadores de Montemor e de Lisboa, com toiros de João Moura. Apontado como uma das maiores esperanças do toureio a cavalo, hoje em dia alcançou, por mérito próprio, um lugar cimeiro no panorama equestre-tauromáquico português. Cavaleiro versátil, entrega-se de alma e coração em cada lide. Nos primeiros anos de carreira fazia levantar os espectadores das bancadas com os seus fulgurantes ferros curtos a quiebro. Actualmente, o seu toureio ganhou uma feição mais templada, mas a garra, a determinação e a ânsia de superação em cada ferro, permanecem inalteradas. Determinação e querer são duas das palavras que melhor definem a forma de estar na arena deste Arquitecto que, desde menino, assumiu a sua paixão pelo toureio a cavalo.

João Salgueiro é artista de fino recorte, tanto como equitador e como toureiro. Reflecte no seu estilo as profundas influências recebidas de seu avô, o Dr. Fernando Salgueiro, uma das maiores figuras do toureio de meados do século XX e de seu pai, Fernando Andrade Salgueiro. Nesta interessante fase da sua carreira, João está, igualmente, a ser chamado a cumprir importantes compromissos em Espanha.

Quanto a Leonardo Hernández, pertence à jovem geração de rojoneadores espanhóis que souberam incorporar no rojoneio as melhores facetas do toureio a cavalo que se pratica em Portugal. Actualmente é o rojoneador líder do "escalafón", com 18 corridas toureadas e 36 orelhas cortadas. Na temporada de 2008, finalizou em terceiro lugar com 58 corridas e 167 orelhas cortadas.

As pegas estarão a cargo dos grupos de forcados amadores de Évora e de Alcochete, dois prestigiados grupos pelos quais já dezenas de forcados da maior valia, e prestigiaram, tanto em Portugal como além fronteiras, a tão difícil quanto portuguesa arte de pegar toiros.

Serão lidados seis imponentes toiros da ganadaria Pégoras que tem procedência na dos Herdeiros de Maria Madalena Botelho Neves, sendo o seu encaste actual Soler, Pinto Barreiros e outros. Pasta na Herdade de Pégoras, no concelho de Montemor-o-Novo e sua antiguidade é referida a 1 de Novembro de 1992, data em que lidou em Alvito.
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