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Domingo, 09 de Maio de 2021
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Ainda a procissão vai no adro...

Com um inicio de temporada taurina em Portugal um pouco atribulado, esperemos que as coisas comecem a melhorar para o bem da "nossa" Festa.

15 de Março de 2010 - 10:21h Notícia por: - Fonte: - Visto: 1154
Ainda a procissão vai no adro...

Ainda agora a temporada 2010 esta a dar os primeiros passos e já começamos a assistir a situações que só servem para destabilizar e denegrir a Festa Brava Nacional. Só esperamos que este fim de semana seja cheio de êxitos nos enumeros espectáculos que se vão realizar.

Para começar duas situações que em nada dignificaram a festa brava, o caso da Granja e o caso do Redondo.

No caso da Granja assistimos ao um diz que disse tanto por parte do Presidente da Junta de Freguesia local, tanto da parte do apoderado do cavaleiro Rui Fernandes o Sr. Inácio Ramos Jr.

Recordo que a situação que se passou prendeu-se pelo facto do cavaleiro Rui Fernandes rejeitar lidar um toiro da ganadaria Murteira Grave, supostamente esta situação foi aceite pelo intermediário da Junta de Freguesia da Granja, visto que estaria combinado o cavaleiro lidar um novilho do ferro Passanha…pergunto eu? Fará alguma diferença a um cavaleiro com mais de 10 anos de alternativa lidar um exemplar Grave, Passanha ou o que quer que seja? Haverá algum interesse do cavaleiro em lidar um Passanha em vez de um Grave?... Creio que não… e certamente deveria ser uma situação a ser muito bem esclarecida entre cavaleiro e ganadero, porque nem o Dr. Joaquim Grave tem interesse que o Rui Fernandes não toureie um toiro Grave, nem o cavaleiro tem interesse em não tourear um toiro Grave, porque tanto a ganadaria como o cavaleiro são ambos dois reputados agentes da Festa Brava em Portugal e no Mundo e ambos devem contribuir para a promoção e dignificação do espectáculo logo para começar em Portugal.

Uma vez que existe uma Associação que defende os direitos dos cavaleiros e outra que defende os direitos dos ganaderos, estas duas deveriam unir-se e servirem de mediadores neste “guerra”.

Uma palavra de apreço para o cavaleiro Pedro Salvador, em ter aceitado em pouco tempo útil deslocar-se à Granja para lidar o novilho, mas atenção estes cavaleiros não devem somente servir as situações de recurso…mas esta questão será da responsabilidade de quem monta os carteis nas diversas praças do país.

Relativamente à situação no Redondo, o envio de “gatos” em vez de novilhos Santo Estevão, esta não dignifica em nada a promoção da Festa.

Os organizadores do Festival depararam de manhã que os novilhos enviados não correspondia aqueles que tinha sido observados no campo, uma vez que não foi possível a sua substituição, a organização da corrida e bem, decidiu levar o Festival por diante justificando a situação ao público presente. Duas perguntas: Não estaria em presente na praça o ganadero? Não estaria presente na praça o maioral da ganadaria Santo Estevão? Pois suponho que não, ou melhor, a esses senhores é que deveriam ser pedidas satisfações em público e de uma vez por todas, a situação seria resolvida…

Nesta situação será que a Associação de Criadores de Toiros de Lide não entreviu, aplicando um “castigo” ao ganadero, como por exemplo ser obrigado a ceder seis reses DECENTES para serem lidadas no Coliseu de Redondo sem custos para a organização.

Esperemos então que este fim de semana muito fértil em espectáculos sirva para promover o melhor que há na Festa aproveitando também a solidariedade da “família taurina portuguesa”.

Vá aos toiros e seja solidário!

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